Berlusconi Non Ha Inventato Nulla: Boccaccio e l’Arcitaliano

  • Paolo Spedicato
Palavras-chave: Ciappelletto, arquitaliano, hiperitaliano, comércio, religião, corpo do chefe, sociedade do espetáculo

Resumo

O ensaio identifica na literatura e história italianas o arquétipo do Arquitaliano ou hiperitaliano, como figuras do exagero e do excesso dentro de um suposto caráter nacional. Com o personagem de Ser Ciappelletto, protagonista da primeira e estratégica novela do grande livro deste autor, o escritor exemplifica essa modalidade de comportamento excessivo, diante do pano de fundo de um afresco dos dois máximos sistemas nos quais se fundamenta o universo tardo-medieval e pré-capitalista europeu: o comércio e a religião

Biografia do Autor

Paolo Spedicato
é formado em Letras Modernas pela Università degli Studi di Padova, com monografia final sobre a utopia urbana. É Doutor em Literatura Italiana pela New York University, e sua tese foi publicada com o título: La sindrome di Sheherazade. Intertestualità e verità in Lorenzo Da Ponte, (2000). É co-organizador, com Peter Carravetta, do importante volume Postmoderno e letteratura. Percorsi e visioni della critica in America (1984). Escreveu diversos ensaios sobre o Renascimento, as vanguardas históricas, como o futurismo e o dadaísmo, questões de teoria literária, Matilde Manzoni e seu Journal, Bugres e bugreiros à época da primeira emigração italiana no Brasil, a literatura dos ítalo-capixabas. Foi professor visitante do Programa de Pós- Graduação em Língua, Literatura e Cultura Italianas da Universidade de São Paulo.
Publicado
2015-06-12
Como Citar
Spedicato, P. (2015). Berlusconi Non Ha Inventato Nulla: Boccaccio e l’Arcitaliano. Revista De Italianística, (29), 190-199. https://doi.org/10.11606/issn.2238-8281.v0i29p190-199
Seção
Não definida