Voglio essere io a dire come mi chiamo: nome e paradigma identitario nella letteratura italiana della migrazione

  • Vera Horn Universidade de São Paulo
Palavras-chave: Literatura italiana da migração, Identidade, Alteridade, Nome

Resumo

Ao defrontar-se com o outro e a sociedade que o acolhe, o migrante è levado a realizar um processo de renegociação e de redefinição do conceito de identidade, frequentement dissipada, renegada, diluída nesse confronto. Nesse sentido, o nome, que constitui um dos aspectos da questão mais complexa da formação de identidade em consequência de processos migratórios, torna-se um meio de afirmação e de salva-guarda da identidade pessoal e cultural contra o achatamento que pode caracterizar o processo de inserção e integração social que, às vezes é representado, justamente na tentativa de rebatizar o imigrnte. A literatura da migração na Itália, que já tem uma produção consistente que dura há mais de vinte anos, deteve-se sobre esse problema  em seu percurso evolutivo por meio de contos, romances, também recentes, dos quais daremos notícias a seguir.

Biografia do Autor

Vera Horn, Universidade de São Paulo
Mestre em Língua e Literatura Italiana pela Universidade de São Paulo/USP, está cursando o doutorado em Italianísitca na Universidade de Pisa.
Publicado
2008-04-30
Como Citar
Horn, V. (2008). Voglio essere io a dire come mi chiamo: nome e paradigma identitario nella letteratura italiana della migrazione. Revista De Italianística, (15), 147-160. https://doi.org/10.11606/issn.2238-8281.v0i15p147-160
Seção
Literatura italiana e emigração