Durkheim e a crise financeira: reflexões sobre anomia e a relação entre economia e sociedade

Autores

  • Ilan Lapyda Universidade de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2010.74552

Palavras-chave:

crise financeira, anomia, Durkheim, marxismo

Resumo

O presente trabalho buscará tecer algumas reflexões teóricas sobre o funcionamento da esfera econômica e sua relação com o todo social, suscitadas pela atual crise econômica mundial. Tais reflexões estão fundamentadas, primeiramente, nos diagnósticos de muitos especialistas quanto aos fatores que desencadearam a crise financeira, a saber: a falta de regulação do sistema, uma crise de confiança e o chamado “risco moral” que permeava as decisões dos investidores e das instituições financeiras. Em segundo lugar, há o arcabouço teórico durkheimiano, com os conceitos de anomia/regulação e de normal/patológico, que parece ter uma “afinidade” com esses diagnósticos da crise e parece ser útil para a compreensão do problema. Por último, vale-se da teoria marxista para alcançar aprofundamento nas considerações sobre as crises e sobre como economia e sociedade se interpenetram.

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Biografia do Autor

  • Ilan Lapyda, Universidade de São Paulo.
    Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade de São Paulo

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Publicado

2010-06-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Lapyda, I. (2010). Durkheim e a crise financeira: reflexões sobre anomia e a relação entre economia e sociedade. Plural, 17(1), 35-58. https://doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2010.74552