Os voos da Asa Branca: tradução e transculturação do baião brasileiro

Autores

  • Marly D'Amaro Blasques Tooge Tradutora Pública e Intérprete Comercial do idioma inglês - prestando serviços ao Estado de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v25i0p153-168

Palavras-chave:

Tradução, música, transculturação, representação, disseminação cultural

Resumo

Este artigo discorre sobre a forma como a canção Asa Branca, um texto originado no sertão nordestino brasileiro migrou primeiramente para as áreas urbanas do país e depois para o cenário internacional, sendo apropriada por diferentes comunidades com um interesse comum: a questão do exílio. As diferentes versões da canção ao longo do tempo e em diferentes locais mostram que agendas pontuais e locais levaram à manipulação da letra original (e à adaptação do ritmo e do canto), sem, todavia, diminuir o impacto do tema universal que é o desterro.

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Biografia do Autor

Marly D'Amaro Blasques Tooge, Tradutora Pública e Intérprete Comercial do idioma inglês - prestando serviços ao Estado de São Paulo

Possui mestrado e doutorado em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela FFLCH-USP. É também Tradutora Pública e Intérprete Comercial do idioma inglês - prestando serviços ao Estado de São Paulo. Como docente, tem ampla experiência na área de Ensino do idioma Inglês e Ensino de Português para Estrangeiros, além de Inglês e tradução para a área diplomática. Tem se dedicado a estudar a representação cultural do Brasil no exterior e a questão da identidade nacional sob a luz dos Estudos da Tradução.

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Publicado

2015-06-02

Como Citar

Tooge, M. D. B. (2015). Os voos da Asa Branca: tradução e transculturação do baião brasileiro. Tradterm, 25, 153-168. https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v25i0p153-168

Edição

Seção

Artigos