A voz dos tradutores shakespearianos em seus paratextos

Autores

  • Marcia A. P. Martins Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v26i0p87-120

Palavras-chave:

Paratexto, teoria de tradução, William Shakespeare, tradução teatral

Resumo

A proposta deste artigo é analisar alguns paratextos de tradutores shakespearianos para conhecer ou depreender os critérios e estratégias que nortearam suas escolhas, assim como as crenças explícitas ou implícitas sobre a tradução que subjazem a sua prática. Após algumas considerações sobre o conceito de paratexto, será examinado um corpus de 14 textos no qual tradutores de obras shakespearianas elaboram reflexões sobre a práxis tradutória.

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Biografia do Autor

Marcia A. P. Martins, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da

É doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, tendo realizado estágio pós-doutoral na Queen Mary Universityof London em 2012. Tradutora e professora, atua nos cursos de formação de tradutores e no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da PUC-Rio. Organizou as coletâneas Tradução e multidisciplinaridade (Lucerna/PUC-Rio, 1999) e Visões e identidades de Shakespeare no Brasil (Lucerna, 2004), bem como volumes temáticosdo periódico Tradução em Revista, como o n. 18 (jan.-jun. 2015), com John Milton, sobre história e historiografia da tradução. Compilou a base de dados sobre traduções brasileiras do teatro shakespeariano disponível em http://www.dbd.puc-rio.br/shakespeare/. Seus principais interesses de pesquisa são as reescritas da poesia dramáticade William Shakespeare e a historiografia da tradução.

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Publicado

2015-12-29

Como Citar

Martins, M. A. P. (2015). A voz dos tradutores shakespearianos em seus paratextos. Tradterm, 26, 87-120. https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v26i0p87-120

Edição

Seção

Artigos