A Água viva de Clarice: criações na tradução

Autores

  • Marcela Lanius Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc-Rio), Rio de Janeiro, Brasil.
  • Marcia Martins Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc-Rio), Rio de Janeiro, Brazil

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v28i0p318-337

Palavras-chave:

Clarice Lispector, tradução literária, Água viva

Resumo

O presente artigo busca, por meio de uma análise das duas traduções da obra Água viva (1973) publicadas em língua inglesa, identificar e caracterizar duas diferentes imagens de Clarice Lispector no sistema anglófono. A primeira, construída por volta das décadas de 1980 e 1990, possui um tom que é marcadamente feminista, enquanto que a segunda, mais recente, parece buscar a preservação da característica estrangeira do tom e da imagem de Clarice.

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Biografia do Autor

Marcela Lanius, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc-Rio), Rio de Janeiro, Brasil.

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da PUC-Rio.

Marcia Martins, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc-Rio), Rio de Janeiro, Brazil

Professora do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da PUC-Rio.

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Publicado

2017-01-24

Como Citar

Lanius, M., & Martins, M. (2017). A Água viva de Clarice: criações na tradução. Tradterm, 28, 318-337. https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v28i0p318-337