Tradução, Paródia e paráfrase: as reescrituras poéticas de Manuel Bandeira

Autores

  • Célia Luiza Andrade Prado Universidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.tradterm.2011.36760

Palavras-chave:

Tradução, Reescritura, Paráfrase, Paródia.

Resumo

A maneira abrangente de repensar a tradução como uma forma de reescritura aproxima-a da adaptação e evidencia o seu caráter autoral. Se por um lado a reescritura é considerada uma atividade usurpadora, por outro liberta a obra do jugo do texto fonte, modificando o conceito da obra de arte como objeto único e insubstituível. Os vários tipos de transposição textual – paráfrase, paródia e "tradução para o moderno" – de Manuel Bandeira se caracterizam pela liberdade como são recriadas na língua alvo e altamente consideradas pela crítica. O objetivo deste trabalho não é de elaborar uma análise metódica e detalhada dos poemas recriados por Bandeira, mas de apresentar alguns exemplos que se inserem na discussão sobre conceitos de adaptação e tradução.

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Biografia do Autor

Célia Luiza Andrade Prado, Universidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Bacharel em Tradução, Interpretação e Letras em Língua Inglesa: Centro Universitário Ibero-Americano, São Paulo, Brasil. Mestre e doutoranda em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela FFLCH – USP.Principais publicações:  Teorias viajantes: o caso da antropofagia, pela Humanitas, e A tradução verbivocovisual de Haroldo de Campos, na Tradução e Comunicação: Revista Brasileira de Tradutores. n. 19.

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Publicado

2011-12-04

Como Citar

Prado, C. L. A. (2011). Tradução, Paródia e paráfrase: as reescrituras poéticas de Manuel Bandeira. Tradterm, 18, 155-178. https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.tradterm.2011.36760

Edição

Seção

Artigos