Traduções dos provérbios de Sancho Pança

Autores

  • Silvia Cobelo Universidade de São Paulo – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.tradterm.2008.46394

Palavras-chave:

Provérbio, Cervantes, Quixote, paremiologia, tradutologia.

Resumo

O presente estudo da obra de Cervantes, Dom Quixote, tem o objetivo de analisar as várias traduções, para a língua portuguesa, dos provérbios utilizados pela personagem Sancho Pança. O trabalho encaixa-se na perspectiva de tradução comparada e, para fins expositivos, foi selecionado o capítulo XXV da primeira parte da obra, mais especificamente, o momento em que o escudeiro de Dom Quixote utiliza uma série de provérbios enunciados em seqüência, sem relação semântica explícita com a situação narrativa. Analisamos, por cotejo, as traduções dos referidos provérbios presentes em seis traduções da obra de Cervantes publicadas no Brasil. A análise das diversas soluções propostas nas traduções levará em conta as múltiplas dificuldades que surgem ao se traduzir marcas culturais que exigem, por parte do tradutor, o conhecimento da situação e do contexto gerador. Chegamos, ao final, ao idioleto, que seria o estilo de cada tradutor. Este estudo insere-se, portanto, na linha da tradução e paremiologia, com um enfoque comparativo, partindo de um corpus espanhol/português, português/português.

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Biografia do Autor

Silvia Cobelo, Universidade de São Paulo – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

Mestranda na área de Língua e Literatura Espanhola e Hispano-Americana no Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

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Publicado

2008-04-18

Como Citar

Cobelo, S. (2008). Traduções dos provérbios de Sancho Pança. Tradterm, 14, 145-155. https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.tradterm.2008.46394

Edição

Seção

Artigos