Controle químico do crescimento vegetativo de Murraya paniculata

Autores

  • Paulo R.C. Castro USP; E.S.A, Luiz de Queiroz; Departamento de Botânica
  • Keigo Minami USP; E.S.A. Luiz de Queiroz; Departamento de Agricultura e Horticultura

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0071-12761978000100020

Resumo

A utilização de inibidores do crescimento de plantas tem sido uma prática interessante para a manutenção de sebes em condições adequadas por períodos mais longos de tempo após a realização da poda. Para se determinar a melhor concentração de hidrazida maleica que promovesse inibição no desenvolvimento da cerca viva de Murraya paniculata, aplicou-se, sob a forma de pulverização, 30 dias depois da poda, MH-30 (sal dietanolamina de 6-hidroxi-3-(2H)-piridazinona) nas dosagens de 500, 750, 1000 e 1250 ppm, além do controle. Com a finalidade de estabelecer as variações promovidas pelo inibidor de crescimento, efetuou-se a poda das plantas 130 dias após a aplicação do regulador de crescimento, determinando-se o peso da materia seca da folhagem cortada. Os resultados obtidos mostraram que MH 1000 e 1250 ppm reduziram significativamente o desenvolvimento das plantas em relação ao controle, sendo que as concentrações de 500 e 750 ppm não promoveram variações no crescimento da folhagem comparativamente às plantas não tratadas. Estes resultados sugerem a possibilidade da utilização da hidrazida maleica como uma prática que poderia substituir o controle mecânico do crescimento na manutenção de sebes, desde que aplicada em concentrações inibitórias ao desenvolvimento mas que não promovam sintomas de fitotoxidade.

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Publicado

1978-01-01

Edição

Seção

nao definida

Como Citar

Castro, P. R., & Minami, K. (1978). Controle químico do crescimento vegetativo de Murraya paniculata . Anais Da Escola Superior De Agricultura Luiz De Queiroz, 35, 431-440. https://doi.org/10.1590/S0071-12761978000100020